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Mulheres pretas brasileiras que fizeram ou fazem ciência


Nesse dia 13 de maio, data que celebra a abolição da escravatura (que ocorreu no Brasil com a assinatura da Lei Áurea em 1888) e considerando o quanto o nosso país ainda precisa evoluir em relação à participação da mulher negra na ciência, trazemos aqui nomes de mulheres pretas brasileiras que contribuem para o desenvolvimento científico.


1) Enedina Alves Marques

Nasceu em 13 de janeiro de 1913 e, em 1945, se formou em engenharia na Universidade Federal do Paraná, entrando para a história como a primeira mulher a se formar em engenharia no estado e a primeira engenheira negra do Brasil.

Enedina era de uma família simples de trabalhadores, foi professora e seguiu seus estudos até se formar, posteriormente sendo responsável por várias obras no estado do Paraná.


2) Maria Beatriz do Nascimento

Mulher, negra, sergipana, mãe, historiadora, roteirista, poeta, ativista: foi impulsionadora de debates no movimento negro e contribuiu de forma singular para o pensamento social brasileiro. Sua pesquisa analisava elementos do sistema escravista e as trajetórias negras no Brasil, se firmando como uma importante pensadora dos debates das ciências humanas e da história do nosso país.


3) Anna Canavarro

É doutora e meste em ciências e licenciada em química pela UFRJ. Seu foco de atuação é cultura e história africana no ensino de ciências, ensino de ciências e relações raciais, feminismos negros, entre outros.

Em 2017, foi eleita foi presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) – ABPN, que atua na divulgação de trabalhos (ensino, pesquisa e extensão) com temas de interesse das populações negras do Brasil e que as valorizam no campo intelectual.


4) Simone Maia Evaristo

Bióloga e citotecnologista, tem um papel fundamental na divulgação e nas pesquisas da área, responsável pelo controle contra o câncer. A única brasileira no quadro de membros ativo, como membro diretor da Academia Internacional de Citologia (IAC), além de ser Presidente da Associação Nacional de Citotecnologia (ANACITO).


5) Indicação:

Leia também “Não há revolução sem afeto”, texto do nosso blog escrito por Juara Castro aqui.


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